umbigo
13.10.11
17.2.11
25.1.11
Este ano decidimos
fugir ao Inverno (e que Inverno...) e lá fomos passar a passagem do ano ao México, onde há 8 anos eu e o Nuno tínhamos estado durante 15 dias numas férias maravilhosas.
Para lá estivemos 13 horas fechados num avião, numa viagem que se faz em 9 horas. O ventos estavam contra e tivemos que parar nos Açores para reabastecer. Maravilha, mais uma aterragem e descolagem, que é aquele tipo de coisa que não me enerva nada e ainda por cima nos AÇORES. Perfeito. Uma hora no avião e depois mais 9h até Cancun. A velocidade realmente não passou dos 600 km/h que não é muito normal para um avião daqueles, por isso devíamos ter mesmo um Adamastor a soprar para estes lados.
No meio do pesadelo que é estar 13 horas fechados num tubo com asas, ainda levei com um portátil na fronha. Já começa a ser um clássico abrirem os compartimentos da bagagem de mão e eu apanhar sempre com qualquer pesada em cima. Parva sou eu de não me proteger cada vez que alguém num raio de 100 metros estica os braços para abrir as portinhas de cima. Mas neste caso estava de olhos fechados e portanto levei com um porta-aviões no nariz e nem sabia bem onde estava. Claro que fiz a fita do costume de ficar quase a desmaiar a pensar numa fractura exposta e depois de me recompor e perceber que tinha sobrevivido a mais uma provação divina num tubo metálico com asas, relaxei. O que é facto é que um mês depois ainda me dói o nariz quando me assoo, por isso tenho que ir ver se há alguma coisa a fazer ou se é mesmo esperar e não levar com mais surpresas na cachola. Podia ter-me endireitado logo o septo nasal e poupava-me uma ida à faca. Isso é que era.
No México, os primeiros dois dias estiveram assustadoramente frios. E eu que sou sempre prevenida e levo roupa para dar e vender, desta vez, e mesmo sabendo que não estava calor por aí além, fui uma optimista. Alças, calções e vestidos. Rapei um grizo especialmente à noite mas depois a coisa lá se compôs e tivemos uns dias fabulosos, sempre ventosos, mas quentinhos.
A Joana apaixonou-se pelo Tiago Dores que estava no mesmo hotel que nós, ele e o outro que mesmo quando fala normalmente, parece uma personagem. E ainda teve direito a um autógrafo bem esmiuçado. E ficou feliz.
O jetlag é que foi maior do que estávamos à espera. 6 horas de diferença é muita fruta para uma viagem de uma semana e portanto às 21h as miúdas apagavam quer estivessem à mesa ou a ver um espectáculo musical com decibéis pouco recomendáveis. Acho que nunca as tinha visto com tanto sono na vida. Claro que a amiga Rita, que faz sempre questão de ser o despertador das férias, não houve um dia que acordasse depois das 6h30 da manhã (claro está, já era 12h30 de cá...) o que fez com que lhe rogasse algumas pragas, daquelas bem feias, diariamente.
A noite de fim d'ano foi espectacular, super bem organizada e muito divertida. Lá está, as miúdas aguentaram com muito esforço até às 22h e depois adormeceram para lá espalhadas numas cadeiras e a Joana só acordou para ver os foguetes com um olho para cada lado, sem saber bem onde estava mas a Rita mesmo com muito abanico, não abriu sequer um dos olhos e ficou desolada no dia seguinte de não ter visto os foguetes. E as crianças gostam mesmo de foguetes.
Ainda tivemos o prazer de privar com o verdadeiro pai natal que estava lá de férias. Imaginem o pai natal de calções de banho. A barba, a barriga, tudo. Era assim. Com o pormenor de andar sempre com tshirt vermelha e dizer oh oh oh cada vez que as miúdas passavam por ele de olhos esbugalhados. Foi o delírio. Até eu quase acreditei.
No voo para cá fiquei ao pé de umas pré-adolescentes em amena cavaqueira. De repente, ainda antes de descolar vira-se uma para a outra com ar de pânico, dá-lhe as mãos e diz: estou com um mau pressentimento de que este avião vai cair. Pronto. E foi assim com muita alegria que cheguei a Portugal. Ainda com tudo no sítio.
(As fotos são poucas. Como nada era novidade, acabei por filmar mais a galhofa entre elas e tirei poucas fotografias.)
Com o atraso do costume
23.12.10
♪ Feliz Natal ♫
Feito hoje com rolos de papel higiénico e retalhos de tecidos, entre tosses, ranhocas e dores de garganta.Tirado daqui.
22.12.10
*Compras de Natal*

Continuo perdida de amores pelo trabalho da Carla. É perfeitíssimo, cheio de detalhes mágicos e super bom gosto. Este Natal, mais uma vez, recorri bastante às compras via net. E fiquei muito bem servida. Partilhem comigo sites onde costumam fazer compras de Natal e que recomendem.Deixo aqui alguns dos meus preferidos:
http://quiosquedetrapos.com/
http://www.a-barte.blogspot.com/
http://margapinta.blogspot.com/
http://les-petiteschoses.blogspot.com/
http://aiaimatilde.blogspot.com/
http://beatrizsendin.com
O que é que uma criança
destrambelhada como a Joana, que está com o dedo grande do pé com o dobro do tamanho, depois de uma aula de judo (vem sempre com um mimo para casa, um entorse, uma queimadura no colchão, uma mega nódoa negra...), decide fazer no dia seguinte, no recreio, enquanto arrasta o pé e manqueja estrada fora?
...
Jogar ao pisa.
É esta a minha Joaninha, sem tirar nem pôr.
...
Jogar ao pisa.
É esta a minha Joaninha, sem tirar nem pôr.
17.12.10
13.12.10
Eram 4 da manhã (aquela hora boa)
e a Rita anunciou que queria vomitar. As crianças não anunciam. Vomitam e pronto. Sujam tudo num raio de um quilómetro, camas, roupas, paredes e sapatos das mães. Mas a Rita anunciou e eu aproveitei a benesse e levei-a a correr para a casa-de-banho e ajoelhei-a ao pé da sanita onde só podia correr bem. Agradeci aos santinhos não ter que andar a limpar vomitados àquela hora, mudar camas e papéis de parede (não tenho papel de parede, mas apeteceu-me escrever, para dar mais dramatismo à coisa). Ia ser tudo muito controladinho, nada de jactos projectados no tecto do quarto. Mas já se sabe que nunca é assim. E ela na altura do "expulsanço" dos restos do jantar, decide desviar estrategicamente a cara e vomitar não para um buraco hermético, com meio metro de diâmetro, mas sim para cima da sua mãe. Foi assim do género, mãe tão querida que estás aqui a segurar-me a testa, não quero que te falte nada para contares depois no teu blog, vou fazer um esforço e vomitar para cima de ti. Toma lá com as minhas entranhas e amanhã já tens paleio para escrever.
A sanita ficou imaculada. De mim já não se pode dizer o mesmo.
Ora fiquem lá com esta bonita imagem.
A sanita ficou imaculada. De mim já não se pode dizer o mesmo.
Ora fiquem lá com esta bonita imagem.
22.11.10
As mães são fixes.
Gostam dos filhos mesmo quando eles lhes vomitam em cima. Ou quando se atiram para o chão em modo-birra à frente de 950 mil pessoas num centro comercial. Ou quando não fazem os trabalhos de casa ou quando riscam os sofás da sala com canetas das lojas dos chineses. Daquelas não-laváveis.
As mães adoram os filhos, mas há coisas que os filhos fazem que as irritam solenemente. Tanto como uma enxaqueca ou um alfinete espetado no sistema nervoso central.
As mães são muito asseadas e gostam de ver os filhos lavadinhos, bem cheirosos e penteados. E assoados. As mães abominam gorilas a saírem dos narizes dos filhos. Não gostam que vão para a rua cheios de remelas nos olhos e não gostam que os filhos deixem dedadas nas paredes.
Não gostam que os filhos mintam, apesar de secretamente acharem graça ao raciocínio elaborado que fazem para se safarem. As mães detestam que os filhos as interrompam quando falam ao telefone. Esta só é comparável a levantarem-se seiscentas vezes da cama depois de serem deitados. E não gostam que não puxem o autoclismo ou que deixem a bancada da casa-de-banho cheia de pasta de dentes e água por todo o lado.
Não gostam que façam birra porque têm que lavar a cabeça ou porque não querem cortar as unhas. Acreditem que não iam gostar de ver as unhas a enrolar quando já estivessem mesmo muito grandes. Aqui em casa já chegámos ao ponto de ter que ser mostrado o senhor recordista do Guiness.
As mães não gostam que os filhos atirem os casacos para o meio do chão. Seja na escola, no carro ou em casa. Não gostam, ou melhor, abominam queixinhas. Só em perigo de morte é a máxima cá em casa. Género ó mãííí a Rita está a enfiar os dedos das tomadas e ao mesmo tempo ligou um secador ao pé de uma bacia com água e ao mesmo tempo que está empoleirada na coluna dos dvd's que já está assim um bocadinho inclinada para a frente. Assim sim, mas não há meio de entrar naquelas cabeças.
As mães não gostam mesmo nada que os filhos comam de boca aberta. E sonham com o dia em que os filhos interiorizem isso. Não gostam do festival de comida à volta do prato e por isso já enchem mais o prato a contar com o que virá cá para fora.
Os filhos têm por defeito mãozinhas de manteiga. Deixam cair tudo, quer sejam os ovos enquanto fazemos bolos ou então o montinho de cromos no meio da estrada quando vamos a atravessar a rua. As mães ficam passadas com mãozinhas de manteiga. Mas em muitas situações também têm e os filhos fazem questão de assinalar esses momentos.
As mães não gostam de preguicites agudas selectivas. Os filhos estão muito cansados para atar os sapatos sozinhos, mas depois são capazes de estar 24 horas de seguida a fazer pinos-roda na praia. As mães não gostam quando os dois filhos adormecem no carro e os têm que levar ao colo, mais as compras do supermercado, mais malas de escola e lancheiras. As mães queriam ser elas levadas ao colo.
Nos dias em que saem com as amigas, as mães não gostam de ter que explicar aos pais da crianças tudo sobre os filhos como se fossem eles as crianças. Gps para sítio do pijama, cuecas e meias. E tudo o resto.
As mães não gostam quando os filhos descobrem os sítios das surpresas cá em casa. E não gostam quando brincam aos cabeleireiros com as filhas pequenas e lhes arrancam metade da cabeleira com ar misto de celestial-maquiavélico. As mães não gostam quando os filhos não se calam no cinema. As mães gostam mesmo muito de filmes de animação. E estão desejosas de os ver nas versões não dobradas.
As mães não gostam de ter que conhecer as casas-de-banho de todos os restaurantes a que vão com os filhos mesmo que tenham feito xixi em casa antes de sair e cheguem lá e não façam nada. Os filhos gostam mesmo muito de ir a casas-de-banho públicas. As mães não gostam.
As mães não gostam quandos os filhos crescem tanto que de repente já não lhes conseguem dar colo. Ou só conseguem dar colo enquanto estão sentadas no sofá e quando o fazem, deixam de ver o que se passa à sua volta de tão grande que a criança está. As mães gostam muito de filhos pequeninos. Também gostam muito dos filhos grandes. Mas não gostam de já não poderem dar colo.
As mães não gostam mesmo nada que as crianças interrompam as conversas que estão a ter com outros adultos. São capazes de ignorar os filhos até estes começarem a espumar. E não gostam quando dizem coisas constrangedoras no elevador enquanto têm muitos pares de olhos concentrados neles. As crianças deviam poder andar sozinhas nos elevadores. Aliás, devia ser proibido andar com crianças e com adultos desconhecidos nos elevadores ao mesmo tempo.
As mães não gostam de chuva. Dias chuvosos em que têm que levar os filhos à escola e chove torrencialmente. As galochas são uma boa invenção, mas as mães têm que se manter a milhas para não levarem com um tsunami de poças em cima. E as mães são supersticiosas e como tal, não gostam que os filhos abram os guarda-chuvas dentro de casa 650 mil vezes.
As mães gostam que os filhos se dêem bem. Não gostam que se batam, nem que se insultem. Nem que façam corridas por tudo e por nada. Nem que tenham ciúmes um do outro. No coração de uma mãe, há tanto amor para dar, que chega para um rancho de filhos. Mesmo quando eles fazem coisas que elas não gostam. Mesmo que lhes vomitem em cima. Uma mãe é uma espécie de malinha de Sport Billy. Tem espaço para muita coisa e ainda mais um bocadinho.
As mães adoram os filhos, mas há coisas que os filhos fazem que as irritam solenemente. Tanto como uma enxaqueca ou um alfinete espetado no sistema nervoso central.
As mães são muito asseadas e gostam de ver os filhos lavadinhos, bem cheirosos e penteados. E assoados. As mães abominam gorilas a saírem dos narizes dos filhos. Não gostam que vão para a rua cheios de remelas nos olhos e não gostam que os filhos deixem dedadas nas paredes.
Não gostam que os filhos mintam, apesar de secretamente acharem graça ao raciocínio elaborado que fazem para se safarem. As mães detestam que os filhos as interrompam quando falam ao telefone. Esta só é comparável a levantarem-se seiscentas vezes da cama depois de serem deitados. E não gostam que não puxem o autoclismo ou que deixem a bancada da casa-de-banho cheia de pasta de dentes e água por todo o lado.
Não gostam que façam birra porque têm que lavar a cabeça ou porque não querem cortar as unhas. Acreditem que não iam gostar de ver as unhas a enrolar quando já estivessem mesmo muito grandes. Aqui em casa já chegámos ao ponto de ter que ser mostrado o senhor recordista do Guiness.
As mães não gostam que os filhos atirem os casacos para o meio do chão. Seja na escola, no carro ou em casa. Não gostam, ou melhor, abominam queixinhas. Só em perigo de morte é a máxima cá em casa. Género ó mãííí a Rita está a enfiar os dedos das tomadas e ao mesmo tempo ligou um secador ao pé de uma bacia com água e ao mesmo tempo que está empoleirada na coluna dos dvd's que já está assim um bocadinho inclinada para a frente. Assim sim, mas não há meio de entrar naquelas cabeças.
As mães não gostam mesmo nada que os filhos comam de boca aberta. E sonham com o dia em que os filhos interiorizem isso. Não gostam do festival de comida à volta do prato e por isso já enchem mais o prato a contar com o que virá cá para fora.
Os filhos têm por defeito mãozinhas de manteiga. Deixam cair tudo, quer sejam os ovos enquanto fazemos bolos ou então o montinho de cromos no meio da estrada quando vamos a atravessar a rua. As mães ficam passadas com mãozinhas de manteiga. Mas em muitas situações também têm e os filhos fazem questão de assinalar esses momentos.
As mães não gostam de preguicites agudas selectivas. Os filhos estão muito cansados para atar os sapatos sozinhos, mas depois são capazes de estar 24 horas de seguida a fazer pinos-roda na praia. As mães não gostam quando os dois filhos adormecem no carro e os têm que levar ao colo, mais as compras do supermercado, mais malas de escola e lancheiras. As mães queriam ser elas levadas ao colo.
Nos dias em que saem com as amigas, as mães não gostam de ter que explicar aos pais da crianças tudo sobre os filhos como se fossem eles as crianças. Gps para sítio do pijama, cuecas e meias. E tudo o resto.
As mães não gostam quando os filhos descobrem os sítios das surpresas cá em casa. E não gostam quando brincam aos cabeleireiros com as filhas pequenas e lhes arrancam metade da cabeleira com ar misto de celestial-maquiavélico. As mães não gostam quando os filhos não se calam no cinema. As mães gostam mesmo muito de filmes de animação. E estão desejosas de os ver nas versões não dobradas.
As mães não gostam de ter que conhecer as casas-de-banho de todos os restaurantes a que vão com os filhos mesmo que tenham feito xixi em casa antes de sair e cheguem lá e não façam nada. Os filhos gostam mesmo muito de ir a casas-de-banho públicas. As mães não gostam.
As mães não gostam quandos os filhos crescem tanto que de repente já não lhes conseguem dar colo. Ou só conseguem dar colo enquanto estão sentadas no sofá e quando o fazem, deixam de ver o que se passa à sua volta de tão grande que a criança está. As mães gostam muito de filhos pequeninos. Também gostam muito dos filhos grandes. Mas não gostam de já não poderem dar colo.
As mães não gostam mesmo nada que as crianças interrompam as conversas que estão a ter com outros adultos. São capazes de ignorar os filhos até estes começarem a espumar. E não gostam quando dizem coisas constrangedoras no elevador enquanto têm muitos pares de olhos concentrados neles. As crianças deviam poder andar sozinhas nos elevadores. Aliás, devia ser proibido andar com crianças e com adultos desconhecidos nos elevadores ao mesmo tempo.
As mães não gostam de chuva. Dias chuvosos em que têm que levar os filhos à escola e chove torrencialmente. As galochas são uma boa invenção, mas as mães têm que se manter a milhas para não levarem com um tsunami de poças em cima. E as mães são supersticiosas e como tal, não gostam que os filhos abram os guarda-chuvas dentro de casa 650 mil vezes.
As mães gostam que os filhos se dêem bem. Não gostam que se batam, nem que se insultem. Nem que façam corridas por tudo e por nada. Nem que tenham ciúmes um do outro. No coração de uma mãe, há tanto amor para dar, que chega para um rancho de filhos. Mesmo quando eles fazem coisas que elas não gostam. Mesmo que lhes vomitem em cima. Uma mãe é uma espécie de malinha de Sport Billy. Tem espaço para muita coisa e ainda mais um bocadinho.
10.11.10
9.11.10
Calendário 2011


Calendário de secretária personalizado, com fotos à sua escolha: filhos, netos, sobrinhos, amigos, animais de estimação, viagens, livros, paisagens.Fotografias trabalhadas para ficarem a preto e branco apenas com um pormenor de cor. Novo layout. Impressas em papel fotográfico.
Preço: 25 euros*
*acresce valor dos portes
Calendário-cubo: aqui
Para ver calendários de outros anos, clique aqui.
Calendário-cubo 2011



Cubo em acrílico com capacidade para 6 fotografias. Cada face do cubo corresponde a dois meses. Medida do cubo 9 x 9 cm. Fotografias trabalhadas para ficarem a preto e branco apenas com um pormenor de cor. Novo layout. Impressas em papel fotográfico.Preço: 25 euros*
*acresce valor dos portes
Calendário de secretária: aqui
Para ver calendários de outros anos, clique aqui.
Postais de Natal 2010


Postais impressos em papel fotográfico brilhante. Medida 10,5 cm x 14,5 cm. Inclui envelope branco.Preço: 2 euros/unidade. Encomenda mínima: 4 postais.
Para ver outros modelos de postais (de outros anos), clicar aqui.
Etiquetas de Natal 2010


Etiquetas para presentes impressas em papel fotográfico brilhante. Personalizável com foto à escolha (foto a preto e branco com pormenor de cor)Pack de 10 etiquetas (com uma ou duas fotos): 10 euros*
*acresce valor dos portes
Para ver outros modelos de etiquetas (de outros anos), clicar aqui.
4.11.10
29.10.10
A Joana
Outro dia, na aula, tinha que escrever um sinónimo de "ergueu-se". Não sabia e perguntou sorrateiramente ao colega do lado. O colega disse qualquer coisa e ela escreveu o que ouviu: "estrolitar". Sinónimo de "ergueu-se" é "estrolitar". Se não sabiam, ficam a saber.
Ficámos mais tarde a saber que o colega pelos vistos lhe disse a resposta certa, mas que ela não percebeu. Percebeu estrolitar e achou que lhe soava lindamente. Moral da história, se queres copiar, ao menos que o faças como deve ser.
Agora estrolitar é um clássico cá em casa. Qualquer frase em que dê para meter estrolitar, lá está ele. A Joana fica furiosa. Ou estrolitada.
11.10.10
Há uns dias,
conforme prometido numa outra ocasião, ofereci à Rita um vestido de princesa. Foi em desespero de causa que lhe prometi mais uma peça de tule com purpurinas que se espalham como cotão pela casa e pela nossa cara que depois anda constantemente a brilhar, mas depois de prometido, já não havia volta a dar.
Ainda estava ela em pleno delírio a apreciar a indumentária quando vem a Joana com o seu não sei quê de irmã mais velha, educadíssima, com as regras de boas maneiras todas ali a palpitar e vira-se para a Rita:
- Rita, o que é que falta? (queria ela dizer, que o que faltava era dizer obrigada à sua querida mãe pelo presente)
E a Rita completamente noutra sintonia, responde:
- Uns sapatinhos.
Ainda estava ela em pleno delírio a apreciar a indumentária quando vem a Joana com o seu não sei quê de irmã mais velha, educadíssima, com as regras de boas maneiras todas ali a palpitar e vira-se para a Rita:
- Rita, o que é que falta? (queria ela dizer, que o que faltava era dizer obrigada à sua querida mãe pelo presente)
E a Rita completamente noutra sintonia, responde:
- Uns sapatinhos.
6.10.10
As férias no nosso Alentejo











foram mais uma vez brindadas com aquele calorzinho gritante de que nós tanto gostamos. Uma delícia. Só as noites foram uma tortura. Às 11 da noite muitas vezes ainda estavam 30 graus e adormecer que era bom, nada.Este ano congeminei uma super caça ao tesouro para as meninas. Com pistas em rima e tudo. Espalhadas por todo o lado. Casa do cão, figueiras, potes com vespas, no meio das cebolas na horta, e o tesouro no meio da piscina, dentro de um barquinho insuflável. Foi mesmo giro. Elas adoraram e eu adorei vê-las felizes, a explorarem cada cantinho, muito atentas às rimas, as duas a quererem ficar com as pistas para sempre. A Joana inchada por ser a porta-voz que lia as pistas. O tesouro foi um sucesso. Deu para muitas horas de papo para o ar enquanto elas criavam verdadeiras obras de arte.
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